Festival Jazz & Blues desce a serra
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A Cidade Jazz & Blues ficou lotada nos quatro dias de Festival na serra.Fotos: Chico GadelhaFestival Jazz & Blues desce a serra O Carnaval já passo...
Literatura, sexo e ironia nos tempos do paz e amor
Posted on 8/19/2011 by UNITED PHOTO PRESS
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"O Equilibrista": sexo e humor nos 1960
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Em seu novo livro, Efraim Rushansky reúne memórias vividas e adotadas, pintando com cores satíricas os sonhos de liberdade e subversão dos anos 1960
Nascido em Recife e radicado há mais de 40 anos em Israel, o escritor judeu Efraim Rushansky construiu uma obra que tenta conciliar estes mundos tão diversos. Os quatro primeiros livros publicados transitam pela teologia e pela história antiga, com interpretações históricas do Antigo e do Novo Testamento - bem ao gosto de uma das mais antigas tradições religiosas do mundo.
Se antes o autor encontrava-se enredado com temas sagrados, sua lavra mais recente é, definitivamente, fruto de terrenos profanos. Efraim Rushansky é, também, um satirista, como comprovam "30 conselhos, 5 pontos de reflexão e algumas dicas para o recém-divorciado" (o próprio escritor, diga-se, nunca se divorciou), obra de falsa autoajuda; e a coletânea de crônicas satíricas "O equilibrista". É este último que o escritor lançou hoje, às 19h30, no Restaurante Âncora (Av. Beira-Mar, 3821).
O novo trabalho é o mais fiel retrato de seu autor. Um observador (e crítico) irônico dos costumes das sociedades em que vive. "O equilibrista" reúne uma série de crônicas marcadas pelo humor e temperadas de sexo, o tema favorito sobre o qual Efraim gosta de se deter, num exercício filosófico na melhor tradição dos botequins.
As histórias são todas memórias do autor - uma produzidas por sua própria experiência; outras "adotadas" (palavras do próprio autor). Elas se ambientam nos anos 1960 e captam o desencanto de uma sociedade frente a transformações (e estagnações políticas) e a tal revolução sexual. Tudo a lembrar que nosso mundo não é coisa que se leve tão a sério.
Nascido em Recife e radicado há mais de 40 anos em Israel, o escritor judeu Efraim Rushansky construiu uma obra que tenta conciliar estes mundos tão diversos. Os quatro primeiros livros publicados transitam pela teologia e pela história antiga, com interpretações históricas do Antigo e do Novo Testamento - bem ao gosto de uma das mais antigas tradições religiosas do mundo.
Se antes o autor encontrava-se enredado com temas sagrados, sua lavra mais recente é, definitivamente, fruto de terrenos profanos. Efraim Rushansky é, também, um satirista, como comprovam "30 conselhos, 5 pontos de reflexão e algumas dicas para o recém-divorciado" (o próprio escritor, diga-se, nunca se divorciou), obra de falsa autoajuda; e a coletânea de crônicas satíricas "O equilibrista". É este último que o escritor lançou hoje, às 19h30, no Restaurante Âncora (Av. Beira-Mar, 3821).
O novo trabalho é o mais fiel retrato de seu autor. Um observador (e crítico) irônico dos costumes das sociedades em que vive. "O equilibrista" reúne uma série de crônicas marcadas pelo humor e temperadas de sexo, o tema favorito sobre o qual Efraim gosta de se deter, num exercício filosófico na melhor tradição dos botequins.
As histórias são todas memórias do autor - uma produzidas por sua própria experiência; outras "adotadas" (palavras do próprio autor). Elas se ambientam nos anos 1960 e captam o desencanto de uma sociedade frente a transformações (e estagnações políticas) e a tal revolução sexual. Tudo a lembrar que nosso mundo não é coisa que se leve tão a sério.
